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Pesquisa aponta que 72,8% dos paranaenses desaprovam a gestão do governador Beto Richa

Gov. Beto Richa empossa novos tradutores

A maioria dos paranaenses está insatisfeita com os governos federal e estadual. É o que releva o levantamento Fiep-Paraná Pesquisas sobre o cenário político atual, divulgado nesta quinta-feira (1º). No total, 88% dos eleitores do Estado desaprovam a administração da presidente Dilma Rousseff (PT), enquanto 72,8% desaprovam a gestão do governador Beto Richa (PSDB). Entre os dias 22 e 27 de setembro, o instituto entrevistou 2.515 pessoas de todas as regiões do Estado, o que dá à pesquisa uma margem de erro de dois pontos percentuais.

Questionados sobre a administração da presidente Dilma, apenas 9,3% dos paranaenses disseram aprovar sua gestão, contra 88% que desaprovam. Outros 2,7% afirmaram não saber ou não opinaram. Já em relação ao governo Richa no Paraná, o índice de aprovação foi maior, chegando a 24,5%. Ainda assim, a desaprovação também foi bastante elevada, de 72,8%. E como no caso da presidente, outros 2,7% dos entrevistados também não souberam ou não quiseram opinar sobre a administração estadual.

Quanto a Beto Richa, o Paraná Pesquisas também questionou os entrevistados sobre as expectativas que tinham em relação a seu governo. Para 67,3% deles, o governo vem tendo um desempenho pior do que o esperado. Para 27,1%, a administração estadual está indo igual ao que se esperava. E apenas 4,7% dizem que está melhor do que o esperado.

“Os resultados comprovam que existe uma insatisfação geral sobre a maneira como nossa classe política vem conduzindo o país e o Estado”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Edson Campagnolo. “A atual crise econômica e os ajustes ficais feitos pelos dois governos, baseados em aumento de impostos, penalizando o setor produtivo e toda a população, certamente contribuem para esses altos índices de desaprovação”, acrescenta.

Para Campagnolo, os números são uma prova de que os governantes precisam, mais do que nunca, ouvir os anseios da sociedade e realizar mudanças profundas na administração pública. “É preciso promover uma reestruturação de toda a máquina pública, em todas as esferas, para que tenhamos administrações mais ágeis e que apliquem com eficiência e responsabilidade o dinheiro do contribuinte”, diz o presidente da Fiep.

Com informações: Paraná On Line